terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

espirito zombetero

Espíritos zombeteiros, como são chamados popularmente, nada mais são do que irmãozinhos desencarnados que ainda não encontraram a luz. Em princípio, não fazem o mal nem prejudicam ninguém, mas gostam muito de brincar, debochar, principalmente com pessoas vulneráveis, que não estão preparadas para lidar com eles. Isso acontece com uma freqüência maior do que muita gente imagina. Na língua alemã, existe uma palavra para designar um espírito considerado brincalhão: poltergeist.
Esses espíritos são capazes de fazer inúmeras coisas que, do ponto de vista material, seriam impossíveis. Mas fazem. E, em alguns casos, mesmo sem ter a intenção, assustam, causam pânico e terror, além de prejudicar os outros.
Há uns 30 anos, houve um caso estarrecedor, em uma cidade do interior paulista, envolvendo espíritos brincalhões. Só que, naquela ocasião, as brincadeiras já estavam passando dos limites e causando problemas a uma família inteira.
Pelo pouco que me lembro desse caso, tratava-se de uma família de classe média, que vivia em uma modesta casa. A família era composta pelo pai, pela mãe, por uma adolescente de seus 14 anos e mais duas crianças entre 7 e 10 anos.
Os fenômenos começaram repentinamente. Coisas desapareciam e depois surgiam em lugares completamente absurdos, como, por exemplo, dentro da geladeira!
Às vezes, os espíritos causavam ruídos perturbadores, impedindo que as pessoas da casa pudessem dormir em paz.
No início, foi tudo assim, mas, com o passar do tempo, os espíritos tornaram-se mais agressivos e a família toda entrou em pânico.
A mãe, em uma certa tarde, havia terminado de passar a roupa e levou as peças dos filhos para guardar no armário. Foi ela sair do quarto, sentiu um cheiro de queimado. Quando voltou, viu que só as peças de roupa da filha mais velha, a de 14 anos, estavam queimando. De acordo com ela, “a roupa queimava como quando a gente toca fogo em uma esponja de aço, dessas de se lavar louça”. As roupas da garota de 14 anos estavam no meio das outras peças, que nada sofreram. Nem chamuscadas ficaram! Esse fenômeno é conhecido como parapirogenia e tem ligação com o espiritismo, sim.
Alguns dias depois, aconteceu a mesma coisa: as roupas da filha de 14 anos voltaram a se queimar, espontaneamente, da mesma forma.
Os pais estavam acreditando que aquilo pudesse ser traquinagem dos filhos menores, que, talvez, se sentissem enciumados, já que a menina de 14 anos tinha alguns privilégios que os outros não tinham, como poder voltar mais tarde da rua para casa. Então, a mãe decidiu vigiar as crianças com mais rigor, a fim de ver do que eles costumavam brincar.
Só que uma vez as três crianças estavam na frente de casa quando ocorreu novamente o fenômeno da parapirogenia, e sempre danificando algumas peças de roupa da filha mais velha.
Afastada a hipótese de ser traquinagem das crianças, os pais ficaram realmente preocupados e decidiram procurar um padre e contar o que estava acontecendo. O sacerdote, imediatamente, dirigiu-se à casa da família, benzeu-a e assegurou que, a partir daquele dia, eles poderiam ficar em paz.
Em paz que nada! Foi a partir da visita do padre à casa que os fenômenos intensificaram-se.
Pedras atravessavam o telhado e caíam na sala, sempre a poucos centímetros de alguém. Nunca, em nenhuma ocasião, alguém foi ferido. Depois, facas e garfos atravessavam a casa voando, indo na direção do pai ou da mãe, mas sem feri-los em momento algum.
Dessa vez, a menina de 14 anos não foi vítima nem das pedras nem dos talheres, fato que deixou a todos mais perturbados ainda.
A família, muito assustada, se reuniu e todos decidiram que o melhor seria mudar daquela casa, ir morar em algum lugar bem longe dali.
E foi o que fizeram. Alugaram outra casa, mais modesta ainda, em uma cidadezinha próxima, de modo que o pai pudesse continuar no seu atual emprego.
Durante um tempo, os fenômenos cessaram. Todos já estavam respirando aliviados quando tudo voltou a acontecer.
A mãe estava fazendo o almoço. No fogão, havia uma panela com arroz e outra com feijão. Ela ouviu um ruído no lado de fora da casa e foi verificar. Quando voltou e abriu a tampa da panela de arroz encontrou uma nota de um cruzeiro enrolada. Voltou a pensar que pudesse ser “coisa das crianças”. Chamou os filhos, que estavam se trocando para ir à escola, mas eles juraram que não haviam chegado nem perto da cozinha.
As crianças almoçaram, foram para a escola e a mãe continuou fazendo comida, pois logo o marido chegaria do serviço para almoçar. Foi aí que a mulher ouviu, novamente, um ruído estranho no quintal. Como estava sozinha, ficou com medo e trancou rapidamente a porta da cozinha. Foi para a sala e viu que a porta estava devidamente trancada. Ao voltar para a cozinha, notou que a panela do feijão estava destampada. Dentro havia várias cédulas de um cruzeiro misturadas ao feijão. A pobre mulher deu um grito de desespero, destrancou rapidamente a porta da cozinha e saiu, gritando, pedindo socorro para a vizinha.
A vizinha, que era espírita, aconselhou a mulher a pedir auxílio no centro espírita, pois só eles poderiam dizer o que estava acontecendo.
Depois desse dia, nada mais aconteceu e todos na família preferiram pensar de que se tratava de “alguma coisa inexplicável” e não procuraram ajuda no centro espírita, como a vizinha havia recomendado.
Mas a trégua dos espíritos brincalhões foi curta, e novas ocorrências deixaram a família, mais uma vez, em estado de pânico e desespero.
Em uma manhã fria de inverno, o pai saiu de casa e viu a bicicleta da filha mais velha passar-lhe por cima da cabeça, numa espécie de “vôo rasante”. Depois, espatifou-se no muro lateral da casa.
Em seguida, a mãe chegou gritando, pois os copos e os pratos estavam saindo do escorredor de louça e voando pela cozinha, caindo no chão e na pia e quebrando-se todos.
Em menos de 5 minutos, tudo ficou calmo novamente. A mulher, então, decidiu seguir o conselho da vizinha, conselho que havia sido dado meses atrás, e foi procurar orientação no centro espírita do bairro.
Ali, disseram a ela que os fenômenos se deviam a espíritos brincalhões, ou zombeteiros, que atuavam na casa, sendo que o agente causador era justamente a filha mais velha, que estava entrando na adolescência (naquela época, a adolescência começava por volta dos 13, 14 anos).
A mulher passou a freqüentar o centro. Semanas depois, os demais membros da família também aceitaram segui-la.
Com o passar dos meses, os fenômenos foram diminuindo e cessaram por completo. Mas isso só se deu mesmo quando a menina mais velha arrumou um namorado aos 15 anos de idade.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

oxossi

PRECE A OXOSSI

Oh caçador! Guerreiro de uma única flecha. Rei das Matas, Rei da Umbanda. Pai da Inspiração e da Esperança, daí-me as bênçãos da prosperidade e inspira-me os pensamentos do bem.
Ajuda-me no sustento da minha fé; a fim que possa cumprir com minhas obrigações e meus deveres neste mundo.
Indica-me com sua flecha sagrada os verdadeiros caminhos da prosperidade.
OKÊ, ARÔ!
BAMBI Ô CLIM
OXOSSI.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

iemanja

Iemanjá,
Mãe do Mundo,
Força que mantêm a criação,
Senhora de todos os bens,
Alento da própria vida…
Mãe magnânima de todas as mães,
O mar é o seu símbolo, o sal a sua marca.
Proteção é o seu aleitamento eterno,
Iemanjá – Mãe Querida,
Ajuda-nos com tua constância,
Exemplificando em nós o desejo
de perseverar-nos no amor ao nosso

Pai OLORUN.
Odoiá Iemanjá.

domingo, 27 de janeiro de 2013

omulu

História de Obaluae/Omulú


OBALUAÊ / OMULU
Obaluaê é uma flexão dos termos: Oba (rei) – Oluwô (senhor) – Ayiê (terra), ou seja, "Rei, senhor da Terra". Omulu também é uma flexão dos termos: Omo (filho) – Oluwô (senhor), que quer dizer " Filho e Senhor". Obaluaê, o mais moço, é o guerreiro, caçador, lutador. Omulu o mais velho, é o sábio, o feiticeiro, guardião. Porém, ambos têm a mesma regência e influência. No cotidiano significam a mesma coisa, têm a mesma ligação e são considerados a mesa força da natureza.
Obaluaê (ou Omulu) é o Sol, a quentura e o calor do astro rei. É o Senhor das pestes, das moléstias contagiosas, ou não. É o rei da Terra, do interior da Terra, e é o Orixá que cobre o rosto com o Filá (de palha – da - Costa), porque para os humanos é proibido ver seu rosto, pela deformação feita pela doença, e pelo respeito que devemos a este poderosíssimo Orixá.
Obaluaê está no organismo, no funcionamento do organismo. Na dor que sentimos pelo mal funcionamento dos órgãos, ou por uma queda, corte ou queimadura.
Obaluaê rege a saúde, os órgãos e o funcionamento destes. A ele devemos nossa saúde e é comum, nas Casas de Santos, se realizar os Eboris de Saúde, que fazem pra trazer saúde para o corpo doente.
O órgão central da regência de Obaluaê é a bexiga, mas está ligado a todos os outros. Ele trata do interior, fundamentalmente, mas cuida também da pele e de suas moléstias.
Divide com Iansã a regência dos cemitérios, pois ele é o Orixá que vem como emissário de Oxalá (princípio ativo da morte), para buscar o espírito desencarnado. É Obaluaê (ou Omulu) que vai mostrar o caminho, servir de guia para aquela alma.
Obaluaê também é o Senhor da Terra e das camadas de seu interior, para onde vamos todos nós. Daí a ligação que tem com os mortos, pois ele é quem vai cuidar do corpo sem vida, e guiar o espírito que deixou aquele corpo. É por isso que Obaluaê e Omulu gostam de coisas passadas, apodrecidas.
O sol também tem a sua regência. Ele também é o Calor provocado pelo sol quente. Há quem diga que não se deve sair à rua quando o Sol está quente sem a proteção de um patuá, a fim de não correr o riscos e não sofrer a ira de Obaluaê, geralmente fatal.
Obaluaê está presente em nosso dia-a-dia, quando sentimos dores, agonia, aflição, ansiedade. Está presente quando sentimos coceira e comichões na pele.Rege também o suor, a transpiração e seus efeitos. Rege aqueles que tem problemas mentais, perturbações nervosas e todos os doentes.
Está presente nos hospitais, casa de saúde, ambulatórios, postos de saúde, clínicas, sempre próximo aos leitos. Rege os mutilados, aleijados, enfermos. Ele proporciona a doença mas, principalmente, a cura, a saúde. É o Orixá da misericórdia.
Obaluaê é à força da Natureza que rege o incômodo de um modo geral. Rege o mal estar, o enjôo, o mal humor, a intranqüilidade. É o Orixá do abafamento e está presente nele, bem como na má digestão e na congestão estomacal. Gera o ácido úrico e seus efeitos.
Obaluaê está presente em todas as enfermidades e sua invocação, nessas horas, pode significar a cura, a recuperação da saúde.
Mitologia
Filho de Nanã – que abandou por ser doente – foi criado por Iemanjá. É o irmão mais velho de Ossãe, Oxumarê e Ewá; Orixá fundamentalmente Jeje, mas louvado em todas as nações, por sua importância.
Conta-se que, uma vez esquecido por Nanã, fora criado por Iemanjá, que curou das moléstias. Cresceu forte, desenvolveu a arte da caça, tornando-se guerreiro e viajante.
Certo dia, numa de suas jornadas, chegou até uma aldeia, coberto de palha, como sempre viveu. Como todos conheciam sua fama, suas ligações com as moléstias contagiosas, foram barradas antes mesmo de penetrar na aldeia.
-Não o queremos aqui! - disse o dirigente da tribo.
- Mas quero apenas água e um pouco de comida, para prosseguir minha viagem. Apenas isso! – respondeu Obaluaê, ou melhor, dizendo Xapanã, nome pelo qual era chamado.
- Vá-se embora, Xapanã! Não precisamos de doença, nem de mazelas em nossa aldeia. Vá procurar água e comida em outro lugar!
E Xapanã, então foi sentar-se no alto do morro próximo. A manhã mal começara e ele ficou, sentado, envolto em palha da costa, observando a subida do sol.
O tempo foi passando, as horas foram-se passando e, ao meio-dia, exatamente, o Sol já escaldante, tornou-se insuportável. A água ficara quente, o alimento se estragava e toda a tribo se contorcia de dor, aflição e agonia. Xapanã a tudo observava, imóvel, como um totem, como um símbolo de palha.
Na aldeia um alvoroço se fez. Uns tinham dores na barriga, outros tinham forte dores de cabeça. Outros, ainda, arrancavam sangue da própria pele, numa coceira incontrolável. Outros agiam como loucos incontrolados. Aos poucos, a morte foi chegando para alguns.
Xapanã apenas assistia...
Parecia que o tempo havia parado ao meio-dia, mas, na verdade, foram três dias de sol quente, pois a noite não chegava. Era apenas sol durante todo o tempo. E durante todo o tempo a aldeia viu-se às voltas com doenças, loucura, sede, fome, morte!
Xapanã, inerte, via tudo, imóvel...
Não agüentando mais, e vendo que Xapanã continuava do alto do pequeno morro observando, o dirigente de aldeia foi até ele suplicar perdão, atirando-se aos seus pés.
- Em nome de Olorun, perdoe-nos! Já não suportamos tanto sofrimento! Tente perdoar, por favor, Senhor Xapanã! Tente perdoar!
De súbito, Xapanã levantou-se, desceu até a aldeia e pisou na terra. Tornou-a fria. Tocou na água, tornou-a também fria; tocou os alimentos e tornou-os novamente comestível; tocou a cabeça de cada um dos aldeões e curou-lhes a doença; tocou os mortos e fez voltar a vida em seus corpos.
Restaurada a normalidade, Xapanã pediu mais uma vez:
-Quero um pouco de água e alguma comida para prosseguir viagem.
Num instante foi-lhe servido o que de melhor havia em toda a aldeia. Deram-lhe, vinhos de palmeira, frutas, carne, legumes, cereais, enfim, o que tinham de melhor.
Voltando-se para os aldeãos, Xapanã deu-lhes uma lição de vida.
-Vivemos num só mundo. Sobre a mesma terra, debaixo do mesmo sol. Somos todos irmãos e devemos ajudar uns aos outros, para que a vida seja mantida. Dar água a quem tem sede, comida a quem tem fome é ajudar a manter a vida.
Voltou-se e partiu. Atrás dele o povo da aldeia gritava:
-Xapanã, Rei e Senhor da Terra! Xapanã, Obaluaê! Xapanã, Obaluaê! Xapanã, Obaluaê!
Obaluaê que sua benção e proteção nos seja dada sempre!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

dama da noite

Nasceu no ano de 1671 e faleceu no ano
de 1708.
Tratava-se de uma mulher com olhos e
cabelos claros, com um corpo belíssimo;
era uma mulher muito sedutora.
Seus símbolos são: 1 gato, 1 tridente,
1 gadanha, 1 punhal.
Pertence a nação Aluaiê.
Sua comida preferida é todo tipo de caça.
Sua bebida é a marafa.
Veio à Terra com a missão de fazer uniões.
Entregam-se suas oferendas á beira das matas.

♫ PONTO ♫

Seu marido é qualquer um basta estar,
a seu gosto moço, é a pomba-gira
rainha dama que chegou de roxo.
Joga uma rosa pra ela,joga uma rosa
pra ela, ela é Cinderela.

domingo, 20 de janeiro de 2013

a histiria da umbanda

A Umbanda crê num Ser Supremo, o Deus único criador de todas as religiões monoteístas. Os Sete Orixas são emanações da Divindade, como todos os seres criados.

O propósito maior dos seres criados é a Evolução, o progresso rumo à Luz Divina. Isso se dá por meio das vidas sucessivas, a Lei da Reencarnação, o caminho do aperfeiçoamento.

Existe uma Lei de Justiça Universal que determina, a cada um, colher o fruto de suas ações, e que é conhecida como Lei de Ação e Reação.

A Umbanda se rege pela Lei da Fraternidade Universal: todos os seres são irmãos por terem a mesma origem, e a cada um devemos fazer o que gostaríamos que a nós fosse feito.

A Umbanda possui uma identidade própria e não se confunde com outras religiões ou cultos, embora a todos respeite fraternalmente, partilhando alguns princípios com muitos deles
A Umbanda está a serviço da Lei Divina, e só visa ao Bem. Qualquer ação que não respeite o livre-arbítrio das criaturas, que implique em malefício ou prejuízo de alguém, ou se utilize de magia negativa, não é Umbanda.

A Umbanda não realiza, em qualquer hipótese, o sacrifício ritualístico de animais, nem utiliza quaisquer elementos destes em ritos, oferendas ou trabalhos.

A Umbanda não preceitua a colocação de despachos ou oferendas em esquinas urbanas, e sua reverência às Forcas da Natureza implica em preservação e respeito a todos os ambientes naturais da Terra.

Todo o serviço da Umbanda é de caridade, jamais cobrando ou aceitando retribuição de qualquer espécie por atendimento, consultas ou trabalhos mediúnicos. Quem cobra por serviço espiritual não é umbandista.

DIA DE OXOSSI

Quem é Oxossi? Oxóssi é o Orixá da caça, do verde, das matas, é o Orixá da fartura, o grande caçador é ele quem traz para o homem as plantas curativas. De natureza telúrica vibra sobre tudo que nasce sobre a terra, exceto as plantas tóxicas e venenosas.
É um vencedor,  traz para o povo a sobrevivência, a fartura, a cura das doenças pela natureza, a saúde plena.
O povo da Bahia ligou Oxóssi a São Jorge, festejado em 23 de abril. No Rio de Janeiro, em São Paulo e no sul do País ele foi sincretizado com São Sebastião e seu dia é 20 de janeiro. Seu dia é a quinta feira, sua cor é o verde misturado ao branco. Podemos estabelecer uma associação entre Oxóssi e Mercúrio, o Deus romano do comércio, bem como seu correspondente grego Hermes. Todos eles representam mudanças, o movimento, tudo o que é novo e vibrante. Ligado as alterações mentais e físicas, Oxóssi é o constante movimento da natureza, que está sempre em evolução.
A liberdade e a independência são importantes para seus filhos que prezam muito sua autonomia e são infelizes quando tolhidos. Um aspecto negativo de sua personalidade é a sua indiscrição em relação as outros e a vida alheia.
Pela sua conotação mercuriana Oxóssi pode ser associado ao Arcano II do Tarô, os Enamorados. “A primeira relação que pode ser estabelecida refere-se a uma prova vencida, àquele que foi testado e conseguiu provar seu valor, encontrando dentro de si a força para enfrentar a dúvida: ”sou ou não capaz?”.
Inconstante muda muito de interesse e tem tendência a se deixar seduzir pela novidade. O conflito que o Arcano indica acima refere-se muito mais as decisões emocionais do que materiais. Seus filhos envolvem-se com suas emoções e transformam-se através delas. Tem o dom da comunicação, suas mudanças são discutidas, analisadas a nível consciente e realizam a cura de seu ego ambíguo.